{"id":860,"date":"2011-08-08T07:16:27","date_gmt":"2011-08-08T06:16:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rumoasantiago.com\/2011\/08\/08\/rescaldo-da-etapa-8\/"},"modified":"2012-05-21T23:56:34","modified_gmt":"2012-05-21T23:56:34","slug":"rescaldo-da-etapa-8","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rumoasantiago.com\/frances\/2011\/08\/08\/rescaldo-da-etapa-8\/","title":{"rendered":"Rescaldo da Etapa 8"},"content":{"rendered":"<p>Hoje foi sem d\u00favida um dos mais violentos dias que j\u00e1 tivemos. O corpo j\u00e1 tem algum cansa\u00e7o acumulado e os cerca de 110 quil\u00f3metros que fizemos hoje n\u00e3o perdoaram.<br \/>\nO pior de tudo \u00e9 que, embora a altimetria nem fosse nada assustadora, com grande parte do percurso em terreno ou plano, ou com uma inclina\u00e7\u00e3o aceit\u00e1vel, hoje foi o dia em que subimos ao ponto mais alto do Caminho Franc\u00eas, na Cruz se Ferro.<br \/>\nA viagem come\u00e7ou serena, por rectas entre v\u00e1rios campos de cultivo hort\u00edcolas. Quando cheg\u00e1mos a cerca de 16 quil\u00f3metros de Astorga, opt\u00e1mos pela alternativa que seguia em frente e que prometia menos 4 quil\u00f3metros indo pela estrada. Tendo em conta o desafio de t\u00ednhamos pela frente, pareceu-nos a melhor op\u00e7\u00e3o. Na realidade n\u00e3o foi, pois acabou por nos levar por uma volta um pouco maior e que se juntou ao caminho original muito pouco tempo depois da bifurca\u00e7\u00e3o.<br \/>\nLogo de seguida encontr\u00e1mos umas vacas que t\u00eam alguma fixa\u00e7\u00e3o especial por bicicletas, dada a sua curiosidade em provar as rodas das nossas bicicletas.<br \/>\nSeguimos viagem por caminhos dignos de um carrocel, com um sobe e desce constante.<br \/>\nA primeira paragem foi em Astorga. O \u00d3scar j\u00e1 l\u00e1 estava, dado que se adiantou. O eu vinha com o J\u00falio, mas n\u00e3o havia sinal do Ricardo. Ele tinha ficado para tr\u00e1s, tra\u00eddo pela sua mochila, que cedeu numa das articula\u00e7\u00f5es da estrutura do arn\u00eas.<br \/>\nPassado algum tempo o Ricardo chegou e o J\u00falio acompanhou-nos at\u00e9 \u00e0 sa\u00edda de Astorga, altura em que nos despedimos (o J\u00falio ficou-se por aqui hoje).<br \/>\nSeguimos por mais uns quantos quil\u00f3metros at\u00e9 que cheg\u00e1mos a Rabanal del Camino, por volta da hora de almo\u00e7o. Como ainda faltavam 6 quil\u00f3metros sempre a subir at\u00e9 \u00e0 Cruz de Ferro, decidimos almo\u00e7ar por aqui. Fomos primeiro a uma pequena tasca que anunciava um menu completo por um pre\u00e7o agrad\u00e1vel. Como estava fechada, fomos ver o que se comia num dos albergues. Calhou mesmo bem que a tal tasca estivesse fechada, porque comemos divinamente.<br \/>\nTivemos pena de n\u00e3o passar a noite neste albergue, pois era muito engra\u00e7ado. Quando entr\u00e1mos parecia que est\u00e1vamos numa feira medieval, tendo em conta a apar\u00eancia do p\u00e1tio para o qual se entra directamente. Fomos recebidos por uma senhora muito simp\u00e1tica que queria que fic\u00e2sssemos l\u00e1 hospedados.<br \/>\nPouco tempo antes de sairmos surge o primeiro peregrino portugu\u00eas que conhecemos no caminho e, chegava tamb\u00e9m de bicicleta.<br \/>\nO momento m\u00e1s angustiante do dia chegou com os 6 quil\u00f3metros de subida at\u00e9 os cerca de 1450 metros. Fizemos a subida essencialmente or alcatr\u00e3o, para poupar as pernas e principalmente o rabo.<br \/>\nAp\u00f3s uns longos minutos a penar, cheg\u00e1mos \u00e0 famosa Cruz de Ferro.<br \/>\nA seguir chegou o momento alto do dia. Toda a subida acumulada ao longo do dia foi compensada por cerca e 20 quil\u00f3metros de descida. E que descida! Foz praticamente todos os trilhos pedestres e foi extenuante ultrapassar todas aquelas descidas t\u00e9cnicas, em boa parte em single track.<br \/>\nEm Molinaseca esperavam-me o \u00d3scar e o Ricardo que, por causa dos alforges e da aus\u00eancia de trav\u00f5es, respectivamente, optaram pela descida por alcatr\u00e3o.<br \/>\nFoi uma pena termos passado por Molinaseca t\u00e3o tarde, pois a \u00e1gua da praia fluvial estava mesmo convidativa. Como ainda nos faltava muito para Vilafranca del Bierzo, n\u00e3o tivemos outra hip\u00f3tese sen\u00e3o continuar.<br \/>\nO \u00faltimos quil\u00f3metros s\u00e3o sempre os mais longos e por cima eu v\u00ea o \u00d3scar interpret\u00e1mos mal uma sinal\u00e9tica no caminho, o que nos fez ir por outro caminho e perder pelo menos 15 minutos.<br \/>\nCheg\u00e1mos ao albergue j\u00e1 bastante tarde e o tempo escasso at\u00e9 que este fechadas foi o m\u00ednimo suficiente para um duche r\u00e1pido e dirigirmo-nos ao restaurante mais pr\u00f3ximo para jantar.<\/p>\n<p>Na etapa 9 espera-nos uma dist\u00e2ncia relativamente curta, embora inclua a subida at\u00e9 \u00e0 O Cebreiro, cujo acesso em subida \u00e9 muito famoso.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;\" src=\"http:\/\/www.rumoasantiago.com\/wp-content\/blogs.dir\/3\/files\/2011\/08\/wpid-IMG_6919-1.jpg\" alt=\"image\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;\" src=\"http:\/\/www.rumoasantiago.com\/wp-content\/blogs.dir\/3\/files\/2011\/08\/wpid-IMG_6916-1.jpg\" alt=\"image\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;\" src=\"http:\/\/www.rumoasantiago.com\/wp-content\/blogs.dir\/3\/files\/2011\/08\/wpid-IMG_6949-1.jpg\" alt=\"image\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;\" src=\"http:\/\/www.rumoasantiago.com\/wp-content\/blogs.dir\/3\/files\/2011\/08\/wpid-IMG_6953-1.jpg\" alt=\"image\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;\" src=\"http:\/\/www.rumoasantiago.com\/wp-content\/blogs.dir\/3\/files\/2011\/08\/wpid-IMG_6928-1.jpg\" alt=\"image\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;\" src=\"http:\/\/www.rumoasantiago.com\/wp-content\/blogs.dir\/3\/files\/2011\/08\/wpid-IMG_6953-11.jpg\" alt=\"image\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;\" src=\"http:\/\/www.rumoasantiago.com\/wp-content\/blogs.dir\/3\/files\/2011\/08\/wpid-IMG_6964-1.jpg\" alt=\"image\" \/><\/p>\n<div class=\"al2fb_like_button\"><div id=\"fb-root\"><\/div><script type=\"text\/javascript\">\n(function(d, s, id) {\n  var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0];\n  if (d.getElementById(id)) return;\n  js = d.createElement(s); js.id = id;\n  js.src = \"\/\/connect.facebook.net\/pt_PT\/all.js#xfbml=1&appId=118672068213591\";\n  fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);\n}(document, \"script\", \"facebook-jssdk\"));\n<\/script>\n<fb:like href=\"https:\/\/www.rumoasantiago.com\/frances\/2011\/08\/08\/rescaldo-da-etapa-8\/\" layout=\"button_count\" show_faces=\"true\" share=\"false\" width=\"450\" action=\"like\" font=\"arial\" colorscheme=\"light\" ref=\"AL2FB\"><\/fb:like><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje foi sem d\u00favida um dos mais violentos dias que j\u00e1 tivemos. 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